Vice-presidente estava internado desde o dia 22 de janeiro.Ele se submeteu a uma cirurgia para retirada de tumores no dia 25.O vice-presidente, José Alencar, que teve alta nesta terça-feira, após 27 dias de internação, afirmou que passou por sua "cirurgia mais dura", mas disse que em nenhum momento temeu a morte.
"Não tenho medo da morte, porque não sei o que é a morte. A gente não sabe se a morte é melhor ou pior, mas eu não quero viver nenhum dia que não possa ser objeto de orgulho", afirmou. “Peço a Deus que não me dê nenhum tempo de vida a mais, a não ser que eu possa me orgulhar dele.”
Alencar, de 77 anos, recebeu alta no início da tarde desta terça-feira (17). Ele estava internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, onde recuperava-se de uma cirurgia para retirada de tumores na região do abdome.
"Não tenho medo da morte, porque não sei o que é a morte. A gente não sabe se a morte é melhor ou pior, mas eu não quero viver nenhum dia que não possa ser objeto de orgulho", afirmou. “Peço a Deus que não me dê nenhum tempo de vida a mais, a não ser que eu possa me orgulhar dele.”
Alencar, de 77 anos, recebeu alta no início da tarde desta terça-feira (17). Ele estava internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, onde recuperava-se de uma cirurgia para retirada de tumores na região do abdome.
O vice-presidente disse que esta foi uma das cirurgias mais difíceis da história médica do Brasil. No dia 25 de janeiro, ele passou por uma cirurgia para a retirada de tumores na região do abdome que durou quase 18 horas. Esta operação foi a mais radical intervenção cirúrgica à qual Alencar foi submetido na luta contra o câncer.
“Estamos muito animados, seguros de que passamos por um teste rigoroso, um dos mais duros da história da própria cirurgia. Durou 18 horas. Só e anestesia, fiquei mais de 20 horas. Depois disseram que ia me dar uma amnésia e eu pensei que poderia deixar de pagar minhas contas. Mas não me deu amnésia e eu vou ter que pagar as contas”, afirmou Alencar.
“Estamos muito animados, seguros de que passamos por um teste rigoroso, um dos mais duros da história da própria cirurgia. Durou 18 horas. Só e anestesia, fiquei mais de 20 horas. Depois disseram que ia me dar uma amnésia e eu pensei que poderia deixar de pagar minhas contas. Mas não me deu amnésia e eu vou ter que pagar as contas”, afirmou Alencar.
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